Vitória, capital do Espírito Santo, tem apenas 93,3 km² de extensão territorial, sendo uma das menores capitais brasileiras. Para comparação, Belo Horizonte possui mais de 330 km², segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Além da área reduzida, grande parte do território da capital capixaba é ocupada por morros, manguezais e áreas de proteção ambiental, o que restringe ainda mais o crescimento horizontal.
Essa limitação coloca Vitória em uma encruzilhada urbanística. Se no passado, aterros e obras abriram espaço para o avanço da cidade, hoje o desafio está na verticalização e na modernização das regras de ocupação do solo, estabelecidas pelo Plano Diretor Urbano (PDU).



