Cada vez mais, jovens da nova classe média brasileira estão questionando o estilo de vida nas grandes metrópoles como São Paulo e buscando cidades menores ou até regiões fora dos grandes centros. A migração para o interior ou para cidades médias está inserida em um contexto mais amplo de redistribuição demográfica e de consumo no país.
A essa tendência se soma o crescimento da renda domiciliar e o fortalecimento da chamada “nova classe média” no Brasil. Por exemplo, em 2008 um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontou que a classe C representava cerca de 51,89% da população, com renda domiciliar mensal entre R$ 1.064 e R$ 4.591.