Laura revela que já trabalhava de casa em São Paulo, mas sentia que o ambiente interferia muito na saúde mental e que vivia uma correria constante.
"Acredito que o que mais me motivou tenha sido a questão da segurança e qualidade de vida, queria muito saber como era a sensação de estar em um país seguro, que eu tivesse paz para ir e vir, principalmente como mulher. Além disso, São Paulo nunca fez meus olhos brilharem com aqueles prédios enormes, poluição e ruas barulhentas", diz.