Entenda como funciona o efeito “bola de neve”
Esse efeito acontece quando o pagamento mínimo das faturas ou o adiamento das dívidas leva à incidência de juros compostos sobre os valores em aberto.
Por exemplo, se um consumidor parcela a fatura do cartão de crédito em 10 vezes com juros de 12% ao mês, uma dívida de R$ 2.000 pode se transformar em mais de R$ 3.500 ao final do prazo, considerando encargos e taxas administrativas.
O mesmo vale para empréstimos pessoais e cheque especial, que também possuem taxas elevadas no Brasil. Segundo o Banco Central, a taxa média de juros do cheque especial, em abril de 2025, estava em 132% ao ano.


