Segundo Galassi, as taxas cobradas dos lojistas nas transações com vales-refeição e alimentação chegam hoje a até 7% por operação, segundo levantamento da própria Abras. Com a mudança, o governo pretende fixar um teto para as tarifas, que devem cair pela metade, permitindo um alívio financeiro para o comércio.
“O setor varejista lida atualmente com até 17 tipos de taxas e tarifas diferentes nas operações com vales. Essa fragmentação encarece os custos e acaba sendo repassada ao consumidor. A partir do novo decreto, o objetivo é reduzir essas cobranças e ajudar no combate à inflação de alimentos”, explicou o dirigente à CNN.