O ano de 2025 ficou marcado por um descompasso entre as tendências projetadas no início do ano e a realidade enfrentada pelas empresas brasileiras ao longo dos meses. Desde janeiro, gestores de recursos humanos passaram a lidar com dificuldades para cumprir metas financeiras, cenário que afetou diretamente programas de bônus e incentivos.
Muitas organizações encerraram o ano com resultados insuficientes para acionar a remuneração variável nos moldes inicialmente previstos, o que aumentou a pressão sobre políticas salariais e estratégias de retenção de talentos.
Esse contexto impactou empresas de diferentes portes e setores, ampliando debates sobre como equilibrar custos, engajamento e competitividade em um mercado de trabalho ainda marcado por alta rotatividade.
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