Mas os economistas confiam nessas teorias?
Para Allan Augusto Gallo Antonio, professor de economia do Mackenzie, essas correlações devem ser vistas com cautela. Segundo ele, são observações empíricas, sem sustentação estatística robusta. “Em geral, essas teorias são mais populares do que analiticamente úteis. Isoladamente, têm caráter quase humorístico”, afirma.
Segundo Antonio, a venda de batons ou a moda das saias dizem mais sobre o imaginário coletivo em tempos incertos do que sobre os fundamentos econômicos. “Essas associações podem fazer sentido dentro de uma teoria do consumidor com restrição orçamentária, mas não como uma ferramenta preditiva confiável”, diz.


