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Faróis que geram renda: a economia da rua em movimento

Apesar de o trabalho em semáforos não estar formalizado, ele revela traços claros de empreendedorismo urbano. Muitos desses trabalhadores encaram o espaço da rua como vitrine, investem em identidade visual, buscam fidelizar clientes e adaptam o produto conforme a demanda.

O fenômeno é parte da chamada “economia da sobrevivência”, mas também se insere na lógica da economia criativa, com pessoas que usam criatividade e estratégia para gerar renda com o que têm disponível. Elas entendem o comportamento do consumidor no trânsito, otimizam tempo e criam modelos de venda eficazes.

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