O governo federal mantém programas de formalização simplificada, como o Microempreendedor Individual (MEI), que permite a trabalhadores informais legalizarem suas atividades com custo reduzido. Mesmo assim, a adesão ainda é limitada, especialmente entre os vendedores de rua, que muitas vezes enfrentam falta de acesso digital e insegurança quanto à burocracia.
Os faróis das grandes avenidas, ao mesmo tempo que revelam desigualdades, também demonstram a capacidade de adaptação e reinvenção do trabalhador brasileiro. O trânsito, antes sinônimo de tempo perdido, tornou-se palco de microempreendedores que enxergam no cotidiano urbano uma chance de gerar renda e conquistar autonomia financeira.