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Baixa escolaridade é o maior fator de risco para declínio cognitivo no Brasil, diz estudo

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O estudo e como foi realizado

A pesquisa foi realizada com o uso de tecnologias avançadas, como inteligência artificial (IA) e Machine Learning (um ramo da IA que permite que sistemas aprendam e façam previsões ou decisões baseadas em dados, sem a necessidade de programação explícita), para analisar dados de mais de 41 mil pessoas na América Latina. Os participantes foram divididos em dois grupos principais: um composto por países de baixa e média renda (Brasil, Colômbia e Equador) e outro por países de alta renda (Uruguai e Chile).

No Brasil, os dados foram retirados do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil), um estudo importante sobre a saúde das pessoas idosas no país, que envolveu 9.412 participantes.

Essa divisão entre países ricos e pobres foi essencial para mostrar que o que funciona em países mais ricos nem sempre é aplicável em países em desenvolvimento, como o Brasil. A pesquisa revelou que os fatores socioeconômicos, como o acesso à educação e a situação econômica, são determinantes importantes na saúde mental e no envelhecimento cerebral.

Isso significa que a falta de acesso a esses recursos pode ter um impacto negativo muito grande, especialmente para as pessoas que vivem em áreas mais pobres e com menos oportunidades de educação e trabalho.

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Sobre o autor Thaline Silva

Natural de Belém do Pará, formada em Geografia pela UFPA, graduanda em Jornalismo pela Estácio e roteirista com pós-graduação em Cinema

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