Jovens associam IA a produtividade
A combinação entre aprendizado presencial e uso de tecnologia aparece como característica marcante desse grupo. A pesquisa indica que, embora a geração Z seja formada por jovens habituados a dispositivos digitais, grande parte utiliza esses recursos como apoio à rotina de estudos. Apenas 24% enxergam a inteligência artificial como algo prejudicial e 7% não souberam ou preferiram não opinar.
Segundo análise de Juan Carlos Moreno, diretor da Demà, divulgada pelo Estadão Conteúdo, os dados revelam um comportamento pragmático. Ele afirma que os jovens enxergam a IA como ferramenta para produtividade, mas mantêm interesse por interações humanas e por modelos tradicionais de ensino.


