Um planeta mais quente exige respostas mais rápidas
Os dados apresentados pelo Copernicus (programa de observação da Terra da União Europeia, que monitora o planeta e o seu ambiente usando dados de satélites) reforçam que o relógio climático está correndo.
Mesmo sem violar tecnicamente a meta de 1,5 °C, o planeta já convive com consequências típicas de um cenário mais extremo. A tendência observada também indica que superar essa marca ao longo de décadas é apenas uma questão de tempo, caso não haja um corte substancial no uso de combustíveis fósseis.
Os registros do C3S, que remontam a 1940 e são comparados com séries históricas iniciadas em 1850, mostram um retrato consistente: o aquecimento global não é um fenômeno isolado, mas sim uma trajetória contínua.


