Essa eu aprovo!
Quem deve, um dia vai ter de pagar. Assim, o governo propõe que os caloteiros troquem suas dívidas por serviços prestados ao SUS. Estamos falando de planos de saúde, hospitais privados e até instituições filantrópicas. Vamos acompanhar de perto a adesão a esse chamado “ressarcimento gentil”.
Como disse Milton Nascimento, “o artista tem de ir aonde o povo está”. Acredito que a saúde também. Por isso, o programa vai desembolsar R$ 1 bilhão para colocar na estrada 150 carretas equipadas para a realização de consultas, exames e cirurgias nas áreas de oftalmologia, otorrino, cardiologia e ginecologia, com a promessa de chegar às áreas remotas e territórios indígenas.
Estão juntos nessa empreitada o Grupo Hospitalar Conceição (a maior rede pública de hospitais do Sul do país), a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS) e a Força Nacional do SUS, que atua em situações emergenciais de saúde pública.
A frota também deve crescer com a aquisição de ambulâncias, vans e micro-ônibus. A estimativa é beneficiar até 1,2 milhão de pacientes por mês. E com prioridade para pessoas com câncer.


