Diplomacia e equilíbrio
Tanto o setor público quanto o privado têm reforçado a importância da diplomacia como caminho para evitar uma escalada de sanções e retaliações. Josué Gomes da Silva, presidente da Fiesp, destacou que é essencial manter o diálogo baseado em dados concretos e em respeito às regras internacionais. Para ele, a Lei da Reciprocidade não deve ser usada como instrumento político, mas como ferramenta de negociação equilibrada e defesa da soberania econômica brasileira.
Mesmo diante de pressões externas, o governo reitera que a nova regulamentação não significa hostilidade, mas apenas reforça a disposição do Brasil em atuar com firmeza quando houver desequilíbrio comercial.
O decreto que regulamenta a Lei da Reciprocidade Econômica marca um novo momento na política comercial brasileira. Ao estabelecer critérios técnicos e mecanismos formais de resposta, o país amplia sua capacidade de proteger setores produtivos, preservar empregos e garantir previsibilidade para investidores.


