Critérios para identificar suspeitas
De acordo com a resolução, as instituições devem se apoiar em informações extraídas de sistemas eletrônicos e de bases de dados públicas ou privadas para identificar indícios de fraude. Entre essas bases estão cadastros oficiais, registros de autoridades policiais e relatórios de prevenção à lavagem de dinheiro. A avaliação poderá incluir ainda histórico de movimentações financeiras, inconsistências cadastrais e padrões de transações incompatíveis com o perfil do cliente.
Quando a suspeita for confirmada, a transação deverá ser rejeitada automaticamente. A instituição responsável pela conta que receberia os recursos também será encarregada de comunicar o titular sobre a rejeição. Esse procedimento busca dar transparência ao usuário, ainda que a operação esteja bloqueada por indícios de irregularidade.


