Impacto para instituições e usuários
Na prática, a resolução obriga bancos e empresas de pagamento a implementar filtros mais rígidos em suas operações. O prazo até 13 de outubro foi definido para que as instituições possam adaptar sistemas, treinar equipes e integrar novas bases de dados. A partir dessa data, a rejeição de transações suspeitas deverá ocorrer de forma padronizada em todo o setor.
Para os usuários, a mudança pode significar maior segurança nas transferências eletrônicas, principalmente em modalidades de liquidação imediata, como o Pix. No entanto, também existe a possibilidade de que operações legítimas sejam rejeitadas por engano. Nesse caso, caberá ao cliente procurar a instituição para esclarecer a situação e regularizar a movimentação.
Especialistas apontam que o desafio será equilibrar agilidade e precisão na identificação de contas suspeitas. Se o filtro for muito rígido, pode afetar transações comuns. Se for brando, o risco de fraudes permanece elevado.


