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Inadimplência cai e retomada de imóveis chega ao menor nível desde 2022

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Economia ajudou famílias a pagar as parcelas

Um dos principais motivos para a queda nas retomadas é o cenário econômico mais favorável. O Brasil vive atualmente o menor índice de desemprego da sua história, e o salário médio da população também aumentou. Com mais pessoas empregadas e com melhor renda, as famílias conseguiram reorganizar suas finanças e manter os pagamentos em dia.

Além disso, houve mais espaço para renegociação de dívidas. Muitos brasileiros conseguiram conversar com os bancos e encontrar alternativas antes que a retomada fosse iniciada. Esse movimento reduziu o número de famílias que perderam seus imóveis.

Outro fator importante foi a queda da inadimplência. Na Caixa, por exemplo, o percentual de contratos com atraso de mais de 90 dias caiu para 1,19% em 2024, número bem menor que o registrado em 2023. Ainda que tenha subido um pouco no começo de 2025, para 1,42%, esse aumento não foi suficiente para mudar a tendência de redução nas retomadas.

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Sobre o autor Saara Paiva

Jornalista, exploradora de eventos culturais e entusiasta da prática de esportes. Escreve sobre finanças sem palavras difíceis e com temas relevantes para quem vive a realidade brasileira.

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