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Brasil inclui 159 novos nomes na “Lista Suja” do trabalho escravo; número cresce 20% em 2025

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O papel do Grupo Móvel

Grande parte das fiscalizações é realizada pelo Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM), que atua em todo o território nacional. Criado em 1995, o grupo completou 30 anos em maio de 2025. Nesse período, mais de 68 mil trabalhadores foram resgatados de condições análogas à escravidão, e cerca de R$ 156 milhões foram pagos diretamente às vítimas em verbas salariais e rescisórias.

O GEFM é coordenado pela Auditoria Fiscal do Trabalho, mas conta também com a participação de outros órgãos, como a Polícia Federal, o Ministério Público do Trabalho, o Ministério Público Federal e a Defensoria Pública da União. Essa atuação conjunta faz parte do Fluxo Nacional de Atendimento às Vítimas do Trabalho Escravo, que garante medidas de proteção e reparação imediata para os trabalhadores resgatados.

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Sobre o autor Saara Paiva

Jornalista, exploradora de eventos culturais e entusiasta da prática de esportes. Escreve sobre finanças sem palavras difíceis e com temas relevantes para quem vive a realidade brasileira.

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