Apagão histórico acelerou a decisão
A decisão de iniciar o processo ocorre após um apagão de grandes proporções, registrado entre os dias 8 e 10 de dezembro, após a passagem de um vendaval histórico pela capital e pela Grande São Paulo. Fortes rajadas de vento provocaram quedas de árvores, desligamento de semáforos, cancelamentos de voos e danos à rede elétrica.
No pico da crise, na quarta-feira, 10 de dezembro, mais de 2,2 milhões de clientes ficaram sem energia elétrica. Em muitos bairros, o fornecimento levou dias para ser restabelecido, o que gerou prejuízos financeiros, transtornos à rotina e aumento no número de reclamações.
A demora no restabelecimento e a dificuldade de comunicação com a concessionária aumentaram a pressão sobre a Enel e reforçaram críticas já existentes sobre a qualidade do serviço prestado.


