Produção por estado
Os estados competem em cenários diferentes. Minas Gerais, responsável pela maior parte da produção nacional, deve colher 24,8 milhões de sacas, refletindo uma redução de 11,6% devido à seca e à bienalidade negativa.
No Espírito Santo, a expectativa é de crescimento de 9%, com uma produção total de 15,1 milhões de sacas. O conilon se destaca, com 11,8 milhões de sacas e alta de 20,1%, enquanto o arábica pode sofrer uma queda de 18,1%.
São Paulo, onde se cultiva apenas arábica, prevê uma produção de 4,6 milhões de sacas, o que representa uma retração de 15,3%. Na Bahia, a projeção é de crescimento de 11,3%, chegando a 3,4 milhões de sacas, sendo 2,2 milhões de conilon e 1,2 milhão de arábica.
Rondônia, com cultivo exclusivo de conilon, deverá atingir 2,2 milhões de sacas, aumentando 6,5%. Paraná e Rio de Janeiro, produtores majoritários de arábica, estimam colheitas de 675,3 mil e 373,7 mil sacas, respectivamente. Já Goiás e Mato Grosso preveem redução na produção devido às intempéries climáticas e ao ciclo de baixa bienalidade.
Leia também: Cafake: saiba como identificar o café falso


