Caminhos para uma nova comunicação
Para mudar esse cenário, especialistas recomendam que as empresas comecem por escutar a geração Z de verdade. Isso significa criar espaços de escuta ativa, valorizar o protagonismo desses jovens dentro e fora do ambiente corporativo e investir em equipes mais diversas e representativas.
Outra estratégia eficaz é investir em influenciadores nativos dessa geração, que já têm autoridade e legitimidade junto ao público-alvo. Em vez de apenas contratar criadores para fazer publicidade, o ideal é incluí-los no processo criativo e na tomada de decisões.
Também é importante que as marcas revisem suas mensagens. Mais do que vender produtos, as empresas precisam entregar valores, como inclusão, sustentabilidade, diversidade e autenticidade — temas caros para a geração Z.
A pesquisa do InstitutoZ escancara uma verdade que muitas empresas ainda ignoram: não é possível crescer hoje sem entender a geração Z. Seja como consumidores ou colaboradores, esses jovens esperam conexão, escuta e propósito. Ignorá-los é não apenas um erro estratégico, mas também um risco financeiro para os negócios.
*Entrevista concedida ao Meio&Mensagem


