Sustentabilidade como exigência
Empreendimentos de luxo já não vendem apenas espaço, mas também tecnologia e sustentabilidade. Hoje é comum encontrar prédios com sistemas de reaproveitamento de água da chuva, isolamento acústico com materiais recicláveis e automação integrada.
Um exemplo é o projeto Eco Royal Gessele, em Itapema (SC), que recebeu certificações internacionais de qualidade e meio ambiente (ISO 9001 e ISO 14001). Esses selos são cada vez mais exigidos pelos compradores, que veem neles garantia de durabilidade e valorização.
Um setor em crescimento
Mesmo representando apenas 3,1% das unidades lançadas no Brasil em 2025, o segmento de luxo concentrou 22,5% do valor total de vendas do mercado imobiliário no primeiro trimestre, segundo dados da Brain. Isso mostra como o setor, embora restrito, tem forte peso econômico e continua atraindo investidores.


