O fenômeno dos dupés não está restrito ao luxo opulento. Conforme indica artigo da NYU Journal of Intellectual Property & Entertainment Law, “71% da Geração Z e 67% dos Millennials relatam que às vezes ou sempre compram dupés”.
As plataformas digitais e influenciadores ajudam a impulsionar essa cultura, com vídeos de “unboxing”, comparativos de preço e hashtags como #dupe acumulando bilhões de visualizações.
No Brasil, esse comportamento se conecta diretamente com os públicos de renda mais modesta (classes C, D e E) que buscam acesso a design, estilo ou funcionalidade por valores acessíveis — mas enfrentam dilemas: a linha entre “boa alternativa de mercado” e “imitação que prejudica a marca ou a qualidade” nem sempre é clara.