Cortes menores e frequentes substituem grandes demissões
O estudo mostra que as chamadas demissões contínuas se tornaram mais comuns. Em 2015, cortes envolvendo menos de 50 pessoas representavam 38% dos desligamentos. Em 2025, esse percentual subiu para 51%, o que indica uma mudança estrutural na forma de reduzir despesas trabalhistas.
Esse tipo de ajuste não costuma gerar grande repercussão pública, mas cria um clima persistente de incerteza interna. Menções a insegurança no emprego já estavam mais altas no fim de 2025 em comparação ao período pré-pandemia, ampliando sensações de ansiedade e desgaste emocional.
Empresas buscam administrar custos de maneira discreta, mas os impactos psicológicos têm sido significativos. Entre esses efeitos estão burnout, queda de engajamento e diminuição da confiança institucional, o que pode influenciar o mercado em 2026.


