Durante o período crítico, a Justiça determinou o reestabelecimento prioritário da energia em estabelecimentos considerados estratégicos, como hospitais, unidades de saúde e serviços essenciais. Mesmo com essas medidas, parte do comércio permaneceu sem atendimento pleno, reforçando a busca por soluções alternativas.
O episódio evidencia a dependência de setores inteiros em relação ao fornecimento contínuo de energia elétrica. Restaurantes, mercados, hotéis e prestadores de serviços digitais são diretamente impactados por interrupções prolongadas, o que explica o crescimento abrupto na demanda por geradores.