Indenização irá para fundo público
Além do pagamento de R$ 350 mil por dano moral coletivo, os influenciadores terão de publicar três vídeos educativos em suas redes sociais sobre os direitos dos empregados domésticos.
Segundo a procuradora do Trabalho Patrícia Mauad Patruni Isotton, o acordo também tem o objetivo de ampliar a conscientização sobre os direitos dessa categoria profissional.
O valor da indenização não será repassado aos funcionários que participaram do reality. O dinheiro será destinado a um fundo público, como o Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD), que financia projetos de interesse coletivo e ações voltadas à prevenção de novas violações.
O caso também reacendeu o debate sobre os limites da exposição de trabalhadores em conteúdos de entretenimento. A repercussão levantou dúvidas sobre até onde um empregador pode utilizar a imagem de seus funcionários, se a participação pode ser exigida e quais direitos devem ser preservados quando o ambiente de trabalho passa a fazer parte de produções para as redes sociais.


