Desigualdade racial e social também estão em jogo
Além da questão de gênero, o debate trouxe à tona outro desafio: o acesso à tecnologia em contextos de vulnerabilidade. Samanta Lopes, da Escola de Negócios da Favela, trouxe o olhar de quem vem da periferia e construiu uma carreira em tecnologia.

“Ainda preciso colocar meu currículo no primeiro slide da palestra, pra mostrar que eu tenho qualificação pra estar ali”, comentou.
Ela apontou que o voluntariado e o trabalho em ONGs são caminhos possíveis de entrada nesse universo. Segundo Samanta, esses espaços permitem aprendizado, prática e contato com profissionais que têm vontade de ensinar, além de ajudar na formação de redes de apoio e oportunidades reais de crescimento.


