Um futuro que depende da inclusão
O painel terminou com um chamado à ação. Menos de um quarto dos profissionais que atuam com inteligência artificial no mundo são mulheres, e no Brasil, apenas 16% dos ingressantes em cursos de tecnologia são do gênero feminino.
A inteligência artificial pode ser uma grande aliada da diversidade — se for construída por equipes plurais. “O setor tem a chance de nivelar homens e mulheres mais rápido, porque há uma escassez de profissionais. É uma oportunidade real de reduzir o desequilíbrio de gênero”, destacou Adriele.
Com o lançamento do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), o país deve receber investimentos bilionários para impulsionar a inovação. Mas, para que isso aconteça de forma sustentável, será preciso investir também na formação e inclusão de mulheres e jovens.


