A aplicação da bandeira mais cara indica um alerta para o equilíbrio do sistema elétrico nacional. A dependência da geração hídrica, aliada à baixa diversificação de fontes renováveis no curto prazo, cria um cenário de vulnerabilidade em períodos de seca.
A adoção de fontes complementares, como eólica e solar, tem avançado, mas ainda representa uma fração menor da matriz energética brasileira. Segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a energia solar representava cerca de 5,4% da geração nacional em 2024, enquanto a eólica alcançava aproximadamente 12%.