Ausência de companhias low cost
Enquanto mercados como Chile, Peru e Colômbia registraram expansão das companhias aéreas low cost, um modelo de negócio focado na otimização de custos para oferecer produtos e serviços a preços mais baixos, o Brasil não acompanhou a tendência. Nesse modelo, o passageiro paga apenas pelo assento e arca com custos extras se quiser serviços adicionais.
A ausência dessas empresas no Brasil está ligada ao ambiente regulatório, ao sistema tributário e à falta de aeroportos alternativos com tarifas menores. Em capitais como São Paulo e Rio de Janeiro, as operações estão concentradas em aeroportos de custo elevado, como Congonhas, Guarulhos e Santos Dumont.


