Os analistas mantêm a avaliação de que o processo de desinflação deve continuar de forma lenta, acompanhando a redução dos juros e a retomada da atividade econômica. O consenso é que a inflação só deve convergir para o centro da meta a partir de 2029, com um ambiente macroeconômico mais equilibrado e políticas fiscais mais consistentes.
Ainda assim, as incertezas externas, como a desaceleração da economia chinesa e as flutuações nas commodities, podem afetar o ritmo de recuperação. A China, principal parceiro comercial do Brasil, vem registrando crescimento mais fraco, o que impacta diretamente as exportações de soja, minério e petróleo.