Prioridades e desafios no orçamento
Além da Previdência, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social e Combate à Fome ocupa o segundo lugar no orçamento, com uma alocação de R$ 291,31 bilhões. Ambas as pastas são alvos de estratégias governamentais para reduzir gastos e aprimorar a eficiência da máquina pública.
Em termos de volume de recursos, o Ministério da Saúde aparece em terceiro, com R$ 241,61 bilhões, seguido pela Educação, que recebeu R$ 200,49 bilhões. A Defesa, por sua vez, tem um valor previsto de R$ 133,58 bilhões, completando o grupo dos cinco ministérios com as maiores alocações.
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A proposta enviada pelo governo ainda mantém a meta de déficit zero para 2025, estimando uma arrecadação de R$ 166 bilhões. Contudo, este valor depende de fatores como propostas ainda em tramitação no Legislativo e resoluções judiciais.
Divisão de recursos e agendas transversais
Outros ministérios também receberam previsões significativas no orçamento de 2025: Trabalho e Emprego (R$ 121,51 bilhões), Transportes (R$ 30,75 bilhões), Fazenda (R$ 27,24 bilhões), Justiça (R$ 22,02 bilhões) e Cidades (R$ 18,96 bilhões).
O orçamento também contempla as chamadas agendas transversais, que abrangem mais de um ministério. As crianças e adolescentes terão R$ 72,78 bilhões destinados a suas políticas, enquanto a agenda ambiental receberá R$ 32,83 bilhões. Outras agendas incluem as Mulheres (R$ 14,06 bilhões), Povos Indígenas (R$ 3,37 bilhões) e Igualdade Racial (R$ 374,9 milhões).


