Como funciona?
Ao optar por essa modalidade, o trabalhador pode sacar uma porcentagem do saldo do FGTS a cada ano, sendo que essa porcentagem varia conforme o valor do saldo. Além disso, existe um valor fixo que o trabalhador pode retirar, dependendo do montante total que ele tem no fundo. O saldo restante fica retido no FGTS e só poderá ser acessado em situações específicas (como demissão sem justa causa, por exemplo).
Pontos positivos
- Acesso antecipado ao dinheiro: o saque aniversário permite que o trabalhador tenha acesso a uma parte do seu FGTS todos os anos, o que pode ser útil para situações de emergência, investimentos ou outros planos pessoais.
- Maior liberdade financeira: com o saque de uma parte do FGTS, o trabalhador pode usar o valor para realizar planos de curto prazo, como viagens, compras ou até mesmo quitar dívidas.
- Segurança em caso de demissão: embora o trabalhador perca o direito ao saque total em caso de demissão sem justa causa, ele mantém o saldo restante e o direito a receber as demais verbas rescisórias. Portanto, o saque aniversário pode representar uma forma de garantir um acesso mais frequente ao FGTS.
Pontos negativos
- Impossibilidade de mudança de opção a qualquer momento: caso o trabalhador opte pelo saque aniversário, ele só pode retornar à modalidade tradicional de saque após
- Perda de acesso ao saldo integral: ao optar pelo saque aniversário, o trabalhador abre mão de poder retirar o saldo total do FGTS em caso de demissão sem justa causa. Isso pode ser um ponto negativo, especialmente para quem depende do FGTS como uma reserva de segurança.
- Dependência de aniversário: o valor que o trabalhador pode sacar é fixado anualmente e depende do mês de seu aniversário. Isso significa que ele precisa esperar o ano inteiro para ter acesso a essa quantia, o que pode não ser útil em casos de emergência imediata.
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