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Aneel prevê alta de 6,3% na conta de luz em 2025

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Motivos para a alta e bandeiras tarifárias

Segundo a Aneel, o cálculo também considerou o cenário de preços no país, com projeções de 1,3% para o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) e de 5,1% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Esses índices afetam contratos de fornecimento e custos operacionais das distribuidoras.

O boletim InfoTarifa apresentou ainda o histórico recente de bandeiras tarifárias. Em maio, a bandeira amarela acrescentou R$ 1,88 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Em junho e julho, a bandeira vermelha patamar 1 elevou o custo em R$ 4,46. Agora, em agosto, vigora a bandeira vermelha patamar 2, que acrescenta R$ 7,87 por 100 kWh. Esse é o valor mais alto dentro do sistema e reflete custos elevados de geração, geralmente ligados ao uso de termelétricas mais caras.

As bandeiras funcionam como um sinal para o consumidor, mostrando quando a energia está custando mais para ser produzida. Além disso, ajudam a cobrir parte dessa diferença de custo sem esperar o reajuste anual.

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Sobre o autor Saara Paiva

Jornalista, exploradora de eventos culturais e entusiasta da prática de esportes. Escreve sobre finanças sem palavras difíceis e com temas relevantes para quem vive a realidade brasileira.

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