O meio e a mensagem: de Virginia Fonseca ao teatro grego
Em um dos momentos mais descontraídos, Amy citou a influenciadora Virginia Fonseca para questionar como algumas personalidades conquistam relevância. “Ela não é cantora, não é atriz, não é jogadora de futebol. Então por que sabemos quem ela é?”, provocou. A resposta estava em sua tese central: o meio influencia profundamente a mensagem. “Os influenciadores de hoje só existem por causa da internet, mas influenciadores existem desde sempre — do cinema ao rádio, e mesmo antes disso, no teatro.”
O desafio, segundo Amy, é que a evolução tecnológica fragmenta a atenção do público. “É cada vez mais difícil capturar a atenção de forma abrangente. Isso está criando novos meios e novas mensagens. As marcas precisam entender isso para continuar relevantes.”


