O próximo passo
Para Ian Oliveira, o futuro da IA nas fintechs passa por uma abordagem híbrida, em que humanos e máquinas colaboram de forma contínua. “Não se trata de substituir pessoas, mas de dar ferramentas para que elas tomem decisões melhores e mais rápidas.”
O consenso no painel foi que a inteligência artificial, quando usada com propósito claro e conexão direta às necessidades do cliente, pode transformar a lógica financeira. Mas o caminho para isso exige sair do “oba-oba” tecnológico e entrar em uma fase de aplicação madura, em que resultados, ética e impacto social andam juntos.